Inspeção de rotina
| Verificando o nível do óleo | |
| Lavagem do motor no posto | |
| Completando a água do radiador | |
| Profundidade dos sulcos dos pneus | |
|
Como verificar a calibragem |
| Cuidados com a manutenção da bateria |
Verificando o nível
do óleo
Cheque o nível de óleo do motor a cada semana. Para fazer essa inspeção o
carro deve estar em local plano, com o motor frio, após ter ficado algumas
horas em descanso. O nível correto deve ficar entre as marcas mínima e máxima
da vareta. Lembre-se que óleo em excesso pode sujar as velas e o sistema de
alimentação nos carros com carburador. Ao contrário, a falta de óleo compromete
a lubrificação das partes móveis internas, podendo causar o travamento ou
desgaste prematuro do motor. Se tiver de completar o nível, utilize óleo da
mesma marca, especificação e classificação da do óleo original.
Lavando o motor no posto
Os carros equipados com injeção eletrônica são mais sensíveis à água durante
as lavagens. Por isso evite limpar o motor com muita freqüência nos postos
de abastecimento. A água sob pressão pode infiltrar nos terminais e sensores
do sistema de ignição e bloquear o contato elétrico, impedindo o motor de
funcionar. Em modelos com central eletrônica instalada dentro do cofre do
motor, pode haver uma pane nesse componente. Se a lavagem do motor for inevitável,
envolva a central eletrônica com um plástico e evite esguichar água sob pressão
nos terminais.
Completando a água do
radiador
Verifique o líquido do sistema de refrigeração (radiador e vaso de expansão)
sempre com o motor frio. Faça isso a cada semana, de preferência logo pela
manhã, antes de sair de casa. O nível correto deve ficar entre as marcas máxima
e mínima do reservatório de expansão. Nunca deixe o frentista do posto abrir
a tampa do radiador ou reservatório com o motor quente. A água aquecida aumenta
de volume e se perde quando a tampa é liberada. Em caso de superaquecimento,
espere o motor esfriar totalmente antes de completar o nível. Feito isso,
ligue o motor e adicione a água fria aos poucos. Isso evita um choque térmico
que poderia causar o empenamento do cabeçote e outros problemas mais sérios
ao veículo.
Profundidade dos sulcos
dos pneus
Desenhados para escoar a água em contato com a banda de rodagem, os sulcos
dos pneus devem manter uma profundidade mínima de 1,6 mm. Abaixo dessa medida,
passam a perder a aderência quando em contato com o chão molhado ou em condições
de baixo atrito. Além disso, carros com pneus lisos estão sujeitos a multa
na estrada. Alguns modelos de pneus vêm com indicador de desgaste, em geral
uma marca gravada ou marca de tinta na borracha. Por isso, não se esqueça
de fazer o rodízio de pneus a cada 10 mil km - para tornar o desgaste mais
uniforme- e não hesite em trocá-los quando estiverem gastos.
Como verificar a calibragem
Verifique a calibragem dos pneus semanalmente. Ela deve ser checada sempre
com os pneus frios, de preferência pela manhã, no posto mais próximo de sua
casa, assim que começar a rodar. A explicação é simples: quando o carro está
em movimento o atrito da roda com o piso aquece os pneus. Isso aumenta o volume
interno de ar e faz com que a pressão se eleve. Qualquer calibragem nessas
condições vai apontar uma medição alterada.
Cuidados com a manutenção da bateria
Relegada ao esquecimento, a bateria do carro também requer manutenção. Nas
baterias não seladas, verifique e complete o líquido a cada 30 dias, reduzindo
essa freqüência no verão, período em que há maior evaporação. Use sempre água
destilada. Evite a água de torneira, pois esta contém elementos químicos ou
metais que podem comprometer a vida útil da bateria. Nas baterias seladas,
o orifício de ventilação dos elementos deve estar sempre desobstruído para
evitar o acúmulo de gases em seu interior e uma eventual explosão.
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